Tudo isto até agora está a ser muito estranho. Passadas as férias do Algarve, às quais eu não quis ir para finalmente conseguir avançar com a minha vida, foram as que estão a mudar o meu dia de "hoje". Tudo aconteceu, pelos visto, porque eu não fui. As saudades minhas apertaram, e levou-o a ficar um pouco "deprimido" com as coisas com a saudade, estas eram aquelas férias que fazíamos desde 2008, todos os anos íamos até ao Algarve passar um semana, começamos a ir sozinhos mas mais tarde juntamos um grupo de amigos para o fazer e ser mais divertido.
Resultado, regressou a casa e a primeira coisa que fez foi vir ter comigo a dizer que "tínhamos de falar", mas como acontece sempre, acabamos sempre agarrados a tentar tudo menos falar, esquecemos os "problemas" e seguimos em frente. Destas vez as coisas não podem ser assim.
A minha desconfiança não me deixa acreditar que as coisas não são assim tão fáceis, passa-se algo mais do que um simples "Estou aqui. Ama-me!", o que aconteceu no passado pode não trazer recordações no futuro mas como as coisas se passaram à pouco tempo, existe sempre uma mágoa que é difícil de esquecer. Consequência desta desconfiança, faz-me estar sempre atento a todos os pormenores de tudo, como mexer no telemóvel, Facebook, olhar para a esquerda. Não consigo parar de cruzar todo o tipo de informação para conseguir chegar a um resultado. Está cada vez mais difícil de analisar a situação e aquilo que ele está a fazer. Estás muito querido e amoroso. Sentes a minha falta, queres a minha atenção e pareces preocupar-te, de vez em quando, mas eu não estou a conseguir acompanhar isso. Sofri muito por tua causa, não vou engolir sapos e amanhã descobrir o que andas-te a fazer hoje. Chega!
Posso amar-te mas aquilo que me fizeste até agora, e aquilo que eu também te fiz, fez-me criar protecções sobre certas situações e uma delas é não te dar importância. Não estou só inseguro, não quero sofrer novamente, não vale a pena.


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